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Documentário de Brasília mostra espera de mulheres com câncer de mama por tratamento no SUS

Documentário 'Esse Outubro Não É Rosa' será exibido na quinta-feira (22), às 19h, no Cine Brasília. Divulgação Um documentário produzido em Brasília promete mos...

 Documentário de Brasília mostra espera de mulheres com câncer de mama por tratamento no SUS
Documentário de Brasília mostra espera de mulheres com câncer de mama por tratamento no SUS (Foto: Reprodução)


Documentário 'Esse Outubro Não É Rosa' será exibido na quinta-feira (22), às 19h, no Cine Brasília. Divulgação Um documentário produzido em Brasília promete mostrar a realidade de mulheres com câncer de mama que enfrentam a demora para conseguir exames, diagnósticos e tratamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O longa Esse Outubro Não É Rosa, dirigido por Luciana Salvatore, será exibido na quinta-feira (22), às 19h, no Cine Brasília, na Asa Sul. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. Após a sessão, haverá um debate com a diretora, personagens do filme, especialistas e profissionais de saúde. A recepção ao público e o coquetel começam às 18h. Câncer de mama: Inca estima 71,57 casos a cada 100 mil mulheres no Brasil em 2026 Lançado em outubro de 2025, o documentário aborda as dificuldades enfrentadas por pacientes que precisam lidar com a doença enquanto aguardam atendimento na rede pública. A produção também propõe uma reflexão sobre as desigualdades no acesso à saúde e os impactos da demora no tratamento. Histórias de mulheres que enfrentam o câncer O documentário acompanha Fátima e Rafaella, duas mulheres que sobreviveram ao câncer de mama e que, após a recidiva da doença, voltaram a enfrentar os desafios do tratamento. Enquanto aguardam exames, diagnósticos e procedimentos, as protagonistas lidam com a incerteza e com a urgência de iniciar o atendimento. As histórias expõem as dificuldades de quem depende da rede pública de saúde para dar continuidade ao tratamento. Para Grace Justa, diretora do Instituto de Desenvolvimento Humano Umanizzare, parceiro da produção, o filme busca dar visibilidade às falhas no atendimento e estimular o debate sobre as filas de regulação. Segundo Grace, o documentário também aborda a responsabilidade coletiva diante dos problemas estruturais que dificultam o acesso ao atendimento. O longa conquistou cinco prêmios internacionais. Entre eles estão o de Melhor Filme Independente no Cannes Arts Film Fest; os de Melhor Filme de Longa-Metragem e Melhor Direção de Longa-Metragem, para Luciana Salvatore, no Indiana Independent Film Festival; o de Melhor Narrativa Feminina de Longa-Metragem no Calgary Independent Film Festival; e o de Melhor Longa-Metragem sobre Empoderamento Feminino no London Women Film Festival. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.